quinta-feira, 28 de julho de 2011

Exposição “Perfil Mulher” chega ao museu da cidade de Salto/SP

Por Susana Toledo
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Francisco Panachão artista plástico, expôs na Sala Giuseppe Verdi, no museu da cidade, reformado recentemente.
“perfil Mulher”, nessa terça(26), recebeu a visita do público que durante um coquetel pode conhecer obras como: “Toque Suave”, “Sob o Luar”, “Grávida”, entre outras. Incluindo uma tela como o rosto de Eliz Regina “fiz essa tela especialmente para hoje, já que teremos uma apresentação musical com um maestro e uma cantora que cantarão os sucessos de Eliz”.
Afirma o artista que posa ao lado de sua tela favorita “Grávida”,
“Eis o mais lindo e puro de todos os perfis, que uma mulher pode ter a vida crescendo, no ventre...Bendito mistério esse..., o de poder gerar outro ser...”. Panachão que é poeta, escreve versos como este para ilustrar o quadro”Grávida”, para todas as suas obras.
O artista que escreveu o poema”Obra de Arte” para esposa Maria Eliza no dia do casamento, explica como compõe uma Vernisage”vou pintando as telas, as isnpirações vão surgindo, e só depois as separo dando-lhes um tema como no caso dessas dedicadas a mulher”.
Suas obras ficarão expostas até o dia 9 deste mês, em Salto, à Rua José Galvão, n° 104 – Centro de Salto.
Francisco Panachão estará expondo em Sampa, de 19 a 31 de agosto na Casa da Fazenda do Morumbi.
+info sobre o expositor:
panachao.com.br

segunda-feira, 18 de julho de 2011

O futuro da notícia

Por Susana Toledo





O mundo pós-web
Fazer jornalismo básico, convenhamos, não é tão difícil assim. Atenha-se às seis informações básicas (o quê, quem, onde, quando, como, por quê), e você relata fatos com precisão. O segredo, a força do jornalismo como o conhecíamos, era mais a sua capacidade de levar as histórias ao grande público do que propriamente relatar as histórias.
A web mudou tudo.
Agora os atores das histórias, públicas e privadas, criam seus próprios canais de comunicação privados ou de massa via sites, blogs, Twitter, Facebook, Google+, Orkut, tumblr...
Esses atores (pessoas, empresas, entidades, governos) não só criam seus canais para informar seus públicos como se sentem compelidos a contar as suas próprias histórias no cada vez mais extenso, intenso e interativo teatro de operações da guerra da informação na era da comunicação.
Hoje, se você não contar a sua história, ela será contada por outros.
Muita gente passa mais tempo no Facebook do que lendo seu jornal. A mídia internacional está impedida de noticiar a revolta popular contra a ditadura Assad na Síria, mas os militantes colocam dezenas de vídeos, fotos e relatos dos sangrentos combates diariamente nas mídias sociais. O primeiro relato do ataque americano ao esconderijo de Osama bin Laden no Paquistão foi de um consultor de computação paquistanês pelo seu twitter. Barack Obama outro dia deu sua primeira entrevista pelo twitter.
O fundador do jornal de esquerda espanhol "El País", Juan Luis Cebrián, disse à Folha em entrevista na última segunda-feira que os grandes concorrentes dos jornais de papel são os agregadores de notícias e as mídias sociais.
"Os diários já não dão notícias. Todo mundo já sabe as notícias quando vai ler os jornais. Os jornais explicam, fazem análises, debatem. O competidor da Folha não é o 'Estado de S. Paulo', é o Google, o Facebook, estes são nossos competidores reais. E não queremos admitir porque não sabemos como competir com eles", disse Cebrián na entrevista a Raul Juste Lores e Sylvia Colombo.
Cebrián cai numa cilada.com ao colocar os gigantes da web como os grandes competidores dos jornais. Empresas como Google, Facebook e outras que estão vindo e ainda virão são capazes de atrair bilhões de dólares dos investidores rapidamente mesmo sem modelo de negócios muito definido. Com esse dinheiro em caixa, estão investindo nos maiores talentos e tecnologias e criando novas formas de comunicação a um ritmo assustador.
E, o principal, as pessoas estão adorando. Compartilhar notícias com amigos é uma compulsão humana. Gostamos de contar (nossas) histórias. E as mídias sociais são plataformas criadas para isso.
Colocamos mais de 100 milhões de fotos no Facebook todo dia. Em épocas como o Réveillon o número é muito maior. Qual noticiário e imagens você prefere ver no dia 1º de janeiro? As notícias e fotos dos seus amigos bêbados espalhados pelo mundo comemorando a passagem do ano ou a foto anual dos fogos de Copacabana estampada nos jornais?
Mark Zuckerberg, o fundador do Facebook, está convicto de que o consumo de mídia, das notícias aos filmes aos games, irá migrar cada vez mais para plataformas sociais porque são coisas que gostamos de compartilhar com os outros.
Ao contrário do que diz o fundador do "El País", os jornais devem investir pesado, como as empresas de internet estão fazendo, para descobrir como usar a força da web e das mídias sociais nos seus negócios. Vê-las como parceiras faz muito mais sentido do que vê-las como competidoras e inimigas.
A revista "Economist" traz em sua última edição um dossiê sobre o futuro da notícia no qual compila todas as transformações em andamento na forma como consumimos notícias no mundo pós-web.
A revista nota que as notícias antes dos jornais de massa circulavam por tavernas e casa de café. E que agora, com a internet, estão de alguma forma voltando para esse espírito coloquial e de troca direta de ideias.
A "Economist" nota também que esse novo ambiente de comunicação total e acessível favorece a mídia radicalmente opinativa, que prospera, e cita como exemplo a própria "Economist" e os canais de notícias americano Fox News e pan-árabe Al-Jazeera.
Estamos vivendo um declínio do jornalismo "neutro", "imparcial", que na verdade vigorou apenas em algumas praças por certo período de tempo, e mesmo assim foi sempre muito questionado, e caminhando para um jornalismo com mais opinião, com mais lado.
"A transparência é a nova neutralidade", diz David Weinberger, um comentarista de tecnologia. As pessoas estarão mais inclinadas a confiar na notícia que você produz quanto mais elas souberem sobre você.
Num balanço final, a "Economist" vê essa profusão de informações e transformações como uma benção ao consumidor de notícias.
"Embora a transformação [do noticiário] traga preocupações, existe muito a celebrar nesse ambiente barulhento, diversificado, vocal, argumentativo e estridentemente vivo do 'news business' na era da internet", conclui a revista em seu editorial.
Sobre isso, não tenho a menor dúvida. Quem viveu na pré-história pré-web sabe como era difícil se informar. E esse novo acesso à informação é, entre tantas transformações, a que mais nos mudará.

Colaboração:
prof° Paulo Stuchic

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Adelize Nascimento diretora da revista Excllusiva Há um ano na cidade de Salto formada pela Faculdade Prudente de Moraes Volta a FPM/Itu como palestrante para passar sua experiência como empreendedora

Por Susana Toledo
Jornalista Aldelize Nascimento é formada em Jornalismo pela Faculdade Prudente de Moraes e pós graduada em Jornalismo Contemporâneo pela Metodista de Piracicaba. É autora do livro “Jornalismo: Paixão Alucinada” desempenhou vários projetos de assessoria de imprensa. Além de atuar como repórter em diversos veículos de comunicação da região, como: Rádio Amiga FM, TV Convenção de Itu, Rádio Convenção, Jornal Estância, desenvolveu o projeto editorial do Jornal Primeira-feira, onde e atuou como editora. Atualmente é editora proprietária da Revista Excllusiva.


Aos futuros formandos a jornalista deixa suas dicas, de como ser empreendedor sem ser economista ou gestora“essas coisas não se aprende na faculdade, como nunca lançar uma revista de dezembro até abril, eu queria lançar a Excllussiva em fevereiro (o país para de dezembro a abril, os investimentos/patrocinadores/anunciantes também), firma à empresária. Que passou mais de seis meses pesquisando outras revistas como Tripp, Joyce, Tribo, entre outras conhecidas nacionalmente e as da região de Salto, para produzir uma mídia impressa inovadora.


“superado o problema de ter perdido meu sócio, um publicitário, e a data de lançamento, percebi que minha equipe era eu, minhas idéias e minha persistência” afirma a determinada jornalista. Que lançou sua revista com apenas dois anunciantes e muito investimento do próprio bolso.

Com um ano de edições, conhecida na região de salto, Itu, e Indaiatuba, onde circula, Adelize crê, que a consolidação da marca Excllusiva virá a médio e longo prazo (normal nos casos de mídia impressa).

“consegui inovar com uma revista com muita imagem e cor, moderna que um internauta ao ler, não se cansaria de seu texto, são enxutos e precisos, suficiente para contar uma boa história. informação é sucata em segundos, tudo fica velho nos jornais, mas na revista não. Na minha coleção de revistas, tenho uma revista Atualidades de 1960, mesmo com o “bum” da internet, as revistas têm aumentado seu espaço, ao lado de assessoria de imprensa, é o que mais se expandiu como meio de trabalho para nós jornalistas” analisa a autora do livro 'jornalismo paixão alucinada' que acredita, o sucesso da sua revista vem das inovações como:

Uma diagramação diferenciada

Editorial com foto

Índice de editorias, o leitor sabe em que página está o que procura

Sabe onde está e o que quer seu público alvo

Fala de saúde, beleza, cultura, educação e esportes radicais, sem mesmice.

A revista está nos condomínios, salões de beleza escritórios e bancas para atender a seu público jovem.“recebo muitos releases, mas não quero publicar o que sai nos jornais, meus leitores buscam novidades coisas exclusivas, que é o que encontram nas páginas de nossa revista”

Adelize garante não ter se rendido a febre de “celebridades”, todos querem aparecer na mídia, mesmo os que não tem nada a dizer no sentido de interesse público.

“nossa revista tem espaço para tudo, brincamos com cores com chamadas e títulos isso o lide não permite num jornal. Encerra a editora da Excllusiva, que respondeu as perguntas dos universitários.
As dúvidas foram derimidas pela palestrante, especialmente sobre inovação no meio impresso, empreendedorismo e assessoria de imprensa.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Faculdade viabiliza bolsa de estudos para Rainha da Festa de Indaiatuba

Por Susana Toledo
foto:Alessandra Tawara




O diretor da Faculdade Max Planck, Roberto Foz, a atual rainha da Festa do Peão de Indaiatuba, Bruna Lemes, e o presidente da Festa, Sérgio Almeida
 Parcerias bem sucedidas são marca registrada da Festa do Peão que novamente conta com o apoio da Faculdade Max Planck

As 10 finalistas do concurso que elegerá a Rainha da Festa do Peão de Indaiatuba já têm garantida uma bolsa de estudos na Faculdade Max Planck. A parceria, firmada na semana passada, garantirá uma bolsa integral para a vencedora do concurso e outras nove bolsas de 50% para as demais finalistas.

Disponibilizar bolsas de estudos para as candidatas têm sido uma premissa do Clube de Rodeio, organizador do evento, que acredita no aperfeiçoamento do capital humano, através do conhecimento, por isso, investe em parcerias que resultem em garantir uma qualificação profissional e um futuro promissor a estas candidatas. “Possibilitar a estas meninas cursar uma faculdade é, para nós, motivo de muita alegria, pois sabemos que sem uma qualificação é quase impossível se manter neste mercado de trabalho tão competitivo”, comenta o presidente da Festa do Peão, Sérgio Almeida.
Para a atual Rainha da Festa, Bruna Lemes, que cursa o primeiro ano de Direito na Faculdade Max Planck, graças a parceria firmada em 2010, ganhar uma bolsa integral viabilizou a realização de um projeto. “Para mim a bolsa foi o melhor prêmio que poderiam oferecer, com ela estou tendo a oportunidade de estudar e, com isso, garantir um futuro profissional promissor”, afirma.
Para a faculdade, firmar esta parceria novamente é motivo de muita alegria. De acordo com o diretor da Faculdade Max Planck, Roberto Foz, poder unir entretenimento e informação em um mesmo recinto é algo muito positivo. “Durante a Festa realizamos ações de conscientização com o público que visita o evento, com isso envolvemos alunos de diferentes cursos que têm a possibilidade de vivenciar na prática muito daquilo que conhecem apenas na teoria”, lembra o diretor.





MAX PLANCK



O MEC (Ministério da Educação), de acordo com o seu IGC (Índice Geral de Cursos), ranking que mede o desempenho das Instituições de Ensino Superior do País, apontou a Max Planck como uma das melhores faculdades da região de Campinas.
FESTA DO PEÃO
A Festa do Peão de Indaiatuba, que acontece de 3 a 7 de junho, já iniciou a venda do primeiro lote de ingressos s R$ 30 o primeiro lote e o camarote Área Vip, com convites individuais, decoração diferenciada, som e iluminação. O espaço, que acomodará cerca de mil pessoas, o dobro da capacidade da edição passada, está sendo vendido a R$ 80 e pode ser adquirido em um dos pontos de venda de Indaiatuba e região, listados no site da festa, ou através do ingresso rápido acessando o site http://www.festadopeaoindaiatuba.com.br/ no link Pontos de Venda.
Para quem quiser adquirir os camarotes fechados, a Festa oferece três opções: Para 10 pessoas a R$ 3,5 mil, de 20 pessoas a R$ 15 mil e o camarote para 40 pessoas, para quem adquirir a cota de patrocínio, a R$ 60 mil. Estas opções estão disponíveis exclusivamente no Clube de Rodeio, localizado à avenida Engenheiro Fábio Roberto Barnabé, 4544, Jardim Colonial, Indaiatuba. Mais informações pelo telefone (19) 3875 4393.
Na primeira noite (3) de Festa, que terá entrada gratuita, a abertura ficará a cargo da dupla apadrinhada pelo Clube de Rodeio Renan & Jordão, na sequência quem sobe ao palco é o cantor Daniel; na quinta-feira (4), será a vez de Jorge & Mateus; na sexta-feira (5), Exaltasamba; no sábado (6), Gusttavo Lima e para encerrar o evento, no domingo (7), Guilherme & Santiago. Saiba mais acessando o site www.festadopeaoindaiatuba.com.br

Fonte:
lancecomunicacao.com.br

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